Neuropsicanálise · NR-1 · Saúde Mental Organizacional
Uma Abordagem Neuropsicanalítica do Adoecimento Laboral
A primeira obra em língua portuguesa a integrar Neuropsicanálise e Gestão Organizacional para decifrar por que o trabalho adoece — e como intervir antes que o adoecimento se torne irreversível.
Disponível na Amazon · Entrega digital imediata
Transtornos mentais relacionados ao trabalho já são a principal causa de afastamento previdenciário no país. O custo humano é imensurável. O custo jurídico, crescente. A NR-1 foi criada para reverter isso — mas quase ninguém entende o que ela realmente exige.
Psique e Trabalho não é um manual de compliance. É a obra que explica o que acontece no cérebro e no inconsciente de quem trabalha sob pressão crônica — e como organizações inteligentes podem interromper esse ciclo.
Como o sistema nervoso responde ao trabalho tóxico — da supressão do córtex pré-frontal ao colapso do eixo HPA. Ciência aplicada, não teórica.
As dinâmicas invisíveis de poder, silêncios estratégicos e acordos não-ditos que criam os maiores riscos psicossociais que a NR-1 precisa mapear.
Como aplicar a Neuropsicanálise Organizacional na implantação genuína da NR-1 — ferramentas para mapear o que documentos não capturam.
Mais de 150 referências científicas verificáveis. Cada capítulo construído sobre evidência — não opinião. Da epidemiologia do adoecimento ao guia passo a passo de implementação da NR-1: este livro foi escrito para profissionais que precisam de mais do que motivação. Precisam de compreensão real.
O Brasil lidera o mundo em transtornos de ansiedade — prevalência 3× superior à média global. 30% dos trabalhadores com carteira assinada em nível de burnout. R$ 100 bilhões perdidos por ano em produtividade. Subdiagnóstico endêmico. Setores críticos. Os dados que transformam estatística em retrato real das suas equipes.
Arquitetura completa da norma: GRO, PGR, fatores de risco psicossocial, obrigações por porte, CIPA ampliada, monitoramento e fiscalização. As armadilhas mais comuns na implementação — e como evitá-las. O que a responsabilidade civil trabalhista pelo adoecimento mental realmente significa para sua organização.
A liderança imediata é o fator de risco psicossocial com maior capacidade de impacto sobre qualquer equipe. Os 4 pilares neurobiológicos da liderança segura: consistência, reconhecimento, disponibilidade emocional e responsabilização sem humilhação. Como neurônios-espelho transmitem desregulação emocional de líder para equipe.
As primeiras capacidades destruídas pela sobrecarga são as que as organizações mais valorizam: criatividade, pensamento estratégico e tomada de decisão. Modelo Demanda-Recursos. Sobrecarga quantitativa e qualitativa. Riscos do trabalho remoto. Carga cognitiva. Como redesenhar processos para que o cérebro humano prospere.
Cultura é o sistema operacional da organização. Os padrões invisíveis de heroísmo, medo, perfeccionismo e silêncio que adoecem culturas inteiras. Estigma da saúde mental como obstáculo cultural. O que funciona — e o que não funciona — na transformação cultural real de dentro para fora.
3 níveis de intervenção com hierarquia clara de eficácia: organizacional, liderança e equipes, suporte individual. Triagem e detecção precoce. Protocolos de resposta a crises. Indicadores que transformam dados em decisão. Como integrar saúde mental diretamente ao PGR da NR-1.
7 etapas concretas: Governança → Diagnóstico de Riscos → PGR Psicossocial → Priorização → Implementação → Monitoramento → Melhoria Contínua. Condições de partida que determinam sucesso. Gestão de resistências. O roteiro mais honesto já publicado no Brasil para fazer a NR-1 acontecer de verdade.
TDAH, espectro autista e dislexia no contexto laboral. Prevalência real nas organizações. Fatores de risco psicossocial específicos. Acomodações razoáveis: o que a lei exige e a neurociência recomenda. Checklist de conformidade NR-1 para inclusão genuína — com protocolo de divulgação e confidencialidade.
3 cenários para 2030: conformidade teatral generalizada, transformação em ilhas ou transformação sistêmica. IA e monitoramento de trabalhadores. Geração Z e a redefinição do contrato de trabalho. A evolução do arcabouço regulatório. O que está em jogo — para organizações, profissionais e para as pessoas que carregam o peso de ambientes que nunca souberam escutá-las.
Nota Final da Autora
"Este não é um livro de motivação ou de receitas fáceis. É um mapa — imperfeito como todos os mapas, mas baseado no melhor que a ciência atual oferece — de como ambientes organizacionais afetam profundamente as pessoas que neles trabalham, e o que podemos fazer a respeito."
Que querem entender o que está destruindo a produtividade antes de virar passivo trabalhista.
Que precisam ir além dos formulários e desenvolver leitura organizacional profunda.
Que buscam expandir para o contexto organizacional com rigor teórico e aplicação clínica.
Que atendem pacientes com sofrimento laboral e precisam de base neuropsicanalítica sólida para compreender o adoecimento que vem do trabalho — e intervir com precisão clínica.
Que precisam entender o componente psicodinâmico dos riscos laborais.
Que trabalham com saúde mental e trabalho e buscam referência nacional inédita.
Que precisam de base teórica sólida para compreender nexos causais em adoecimento laboral.
Este livro não é para você se
Você busca apenas um manual para preencher o GRO. Este livro vai muito além disso. Ele é para quem quer entender de verdade — e a compreensão profunda exige disponibilidade intelectual genuína.
O adoecimento laboral não começa com um CID. Começa com um silêncio que ninguém quis ouvir, em um ambiente que nunca soube escutar.
Profª. Dra. Adriellen Ramos · Psique e Trabalho, Cap. 1
"Finalmente uma obra que explica o que o GRO não captura. A autora traduz neurociência em linguagem que gestores e RH realmente precisam ouvir."
"Li em dois dias. Impossível parar. Reconhece cenários que vivo diariamente como gestora de pessoas — e oferece um quadro teórico que nunca encontrei em nenhum outro lugar."
"Indicação obrigatória para qualquer psicólogo que queira atuar em contextos organizacionais. Constrói uma ponte sólida entre a clínica e a gestão."
A obra que não existia no Brasil. Agora existe. Acesso imediato após a compra.
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Este livro serve para quem não é da área de psicologia?
Sim. Gestores, líderes, RH e advogados trabalhistas são leitores diretos desta obra. A Profª. Dra. Adriellen traduz neurociência e psicanálise para uma linguagem organizacional clara e aplicável — sem sacrificar o rigor teórico.
O livro é específico sobre NR-1 ou vai além?
Vai muito além. A NR-1 é o ponto de chegada, não o ponto de partida. O livro constrói a compreensão profunda do adoecimento laboral — neurológica, psicanalítica e organizacional — que torna a aplicação da norma genuína, e não burocrática.
Posso usar como referência bibliográfica acadêmica?
Sim. A obra possui ISBN e está em conformidade com as normas ABNT para publicações científicas. Já é adotada como referência em programas de especialização em Psicologia Organizacional e Saúde do Trabalhador.
Como funciona a compra na Amazon?
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7 dias de garantia incondicional pela política da Amazon. Se por qualquer razão você sentir que a obra não entregou o valor prometido, o reembolso é realizado integralmente — sem questionamentos.
O conhecimento que este livro traz não se encontra em cursos, consultorias genéricas ou em qualquer outra obra publicada no Brasil. É a síntese de anos de pesquisa e prática clínica aplicada.
1ª Edição · 2026 · Amazon KDP · Acesso imediato
Prefácio da autora
"Há momentos na história de uma sociedade em que o sofrimento se torna tão evidente que ignorá-lo se transforma em conivência. O Brasil chegou a esse momento. Este livro não nasceu de um interesse acadêmico abstrato. Nasceu da observação direta de um fenômeno que cresce silenciosamente nas organizações brasileiras: o adoecimento psíquico em massa de trabalhadores que vão para o trabalho todo dia, cumprem suas obrigações, respondem e-mails, participam de reuniões, e retornam para casa completamente destruídos por dentro."
Capítulo 1
Quando um colaborador entra em colapso psicológico dentro de uma organização, não estamos diante de uma simples questão de fraqueza emocional ou falta de resiliência. Estamos presenciando o resultado de processos neurobiológicos complexos que, quando ativados repetidamente em contextos laborais disfuncionais, causam danos estruturais mensuráveis no cérebro humano. Essa não é uma afirmação metafórica. É uma afirmação literal.
O cérebro de uma pessoa exposta cronicamente a um ambiente organizacional tóxico se modifica fisicamente — de forma observável em exames de neuroimagem, mensurável em volume de regiões cerebrais específicas, e detectável em padrões de conectividade neural. O sofrimento psíquico no trabalho deixa marcas biológicas reais.
Este capítulo apresenta o conceito de traumatização organizacional sistemática: quando a estrutura, cultura e liderança de uma organização criam condições que ativam repetidamente os sistemas de ameaça do cérebro — não por acidente, mas como consequência de como o trabalho foi organizado. E explica por que a NR-1 representa a resposta regulatória legítima e urgente a esse fenômeno.
Capítulo 2
Existe uma perspectiva profundamente equivocada — e ainda persistentemente comum — que trata o sofrimento psíquico como questão de percepção ou atitude. "Você está vendo as coisas de forma negativa." "Precisa desenvolver mais resiliência." "É sua mente que cria esses problemas." Essa perspectiva, além de eticamente problemática, é cientificamente falsa de forma demonstrável.
O capítulo apresenta ainda o conceito de neuroplasticidade maladaptativa: quando o cérebro aprende a sofrer. Quando um colaborador é exposto repetidamente a um ambiente que ativa o sistema de ameaça, o cérebro literalmente se reconfigura para antecipar esse padrão — tornando o sofrimento autoperpetuante mesmo após a mudança de ambiente.
Capítulo 3
Há uma tendência profundamente humana de tratar estatísticas de saúde mental como abstrações distantes — números em relatórios, percentuais em estudos acadêmicos, dados que descrevem "outros". Este capítulo existe para romper com essa tendência. Os números que serão apresentados a seguir não descrevem uma realidade distante. Descrevem seus colaboradores. Sua equipe. Talvez você mesmo.
Capítulo 4
A atualização publicada pela Portaria MTE nº 1.419/2024, que passou a vigorar integralmente em 26 de maio de 2025, representou a mais significativa revisão da norma em décadas. Sua mudança mais estrutural foi tornar obrigatório o gerenciamento de riscos psicossociais — colocando saúde mental no mesmo patamar de obrigação legal dos riscos físicos, químicos e biológicos.
Capítulo 5
De todos os fatores que determinam a saúde mental de uma equipe, nenhum tem impacto tão direto, tão mensurável e tão documentado quanto a qualidade da liderança imediata. Não o tamanho da empresa. Não o setor de atuação. Não o pacote de benefícios. O comportamento cotidiano do líder direto — suas palavras em reuniões, sua forma de dar feedback, sua presença ou ausência nos momentos críticos, sua capacidade de ouvir antes de julgar — é o fator que mais consistentemente diferencia equipes que prosperam daquelas que adoecem.
Capítulo 6
A sobrecarga quantitativa é o fator de risco psicossocial mais prevalente nas organizações brasileiras. Ela é também um dos mais frequentemente normalizados: "todo mundo está sobrecarregado", "isso é da natureza do nosso negócio", "quem não consegue lidar com pressão não serve para esse mercado" — frases que revelam quanto a sobrecarga foi internalizada como condição aceitável.
Capítulo 7
É possível identificar padrões culturais que sistematicamente produzem adoecimento mental — independentemente do setor, do porte ou da declaração de valores da organização.
A cultura do medo usa ameaça de punição como mecanismo primário de motivação. A cultura do perfeccionismo cria padrões impossíveis. A cultura do silêncio torna invisível o sofrimento que os documentos precisam mapear. Este capítulo nomeia cada padrão — e mostra como revertê-los.
Capítulo 8
Capítulo 9
Há uma lacuna real entre compreender o que precisa ser feito e saber como fazê-lo dentro de uma organização concreta, com suas restrições de tempo, orçamento, cultura e política interna. É nessa lacuna que muitas implementações falham — não por falta de comprometimento, mas por falta de roteiro.
Capítulo 10
Capítulo 11 — Palavras Finais
11 capítulos. +150 referências científicas. A obra que o Brasil precisava.
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